Este é o nome que um avô muito especial chamou aos seres que mudaram as nossas vidas.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
E não é isto?
O Caderno de Saramago
Donde?
Janeiro 20, 2009 by José Saramago
Donde saiu este homem? Não peço que me digam onde nasceu, quem foram os seus pais, que estudos fez, que projecto de vida desenhou para si e para a sua família. Tudo isso mais ou menos o sabemos, tenho aí a sua autobiografia, livro sério e sincero, além de inteligentemente escrito. Quando pergunto donde saiu Barack Obama estou a manifestar a minha perplexidade por este tempo que vivemos, cínico, desesperançado, sombrio, terrível em mil dos seus aspectos, ter gerado uma pessoa (é um homem, podia ser uma mulher) que levanta a voz para falar de valores, de responsabilidade pessoal e colectiva, de respeito pelo trabalho, também pela memória daqueles que nos antecederam na vida. Estes conceitos que alguma vez foram o cimento da melhor convivência humana sofreram por muito tempo o desprezo dos poderosos, esses mesmos que, a partir de hoje (tenham-no por certo), vão vestir à pressa o novo figurino e clamar em todos os tons: “Eu também, eu também.” Barack Obama, no seu discurso, deu-nos razões (as razões) para que não nos deixemos enganar. O mundo pode ser melhor do que isto a que parecemos ter sido condenados. No fundo, o que Obama nos veio dizer é que outro mundo é possível. Muitos de nós já o vinhamos dizendo há muito. Talvez a ocasião seja boa para que tentemos pôr-nos de acordo sobre o modo e a maneira. Para começar.
Donde?
Janeiro 20, 2009 by José Saramago
Donde saiu este homem? Não peço que me digam onde nasceu, quem foram os seus pais, que estudos fez, que projecto de vida desenhou para si e para a sua família. Tudo isso mais ou menos o sabemos, tenho aí a sua autobiografia, livro sério e sincero, além de inteligentemente escrito. Quando pergunto donde saiu Barack Obama estou a manifestar a minha perplexidade por este tempo que vivemos, cínico, desesperançado, sombrio, terrível em mil dos seus aspectos, ter gerado uma pessoa (é um homem, podia ser uma mulher) que levanta a voz para falar de valores, de responsabilidade pessoal e colectiva, de respeito pelo trabalho, também pela memória daqueles que nos antecederam na vida. Estes conceitos que alguma vez foram o cimento da melhor convivência humana sofreram por muito tempo o desprezo dos poderosos, esses mesmos que, a partir de hoje (tenham-no por certo), vão vestir à pressa o novo figurino e clamar em todos os tons: “Eu também, eu também.” Barack Obama, no seu discurso, deu-nos razões (as razões) para que não nos deixemos enganar. O mundo pode ser melhor do que isto a que parecemos ter sido condenados. No fundo, o que Obama nos veio dizer é que outro mundo é possível. Muitos de nós já o vinhamos dizendo há muito. Talvez a ocasião seja boa para que tentemos pôr-nos de acordo sobre o modo e a maneira. Para começar.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Há decisões difíceis (2)...
... mas não há nada como deixar a vida correr para nos fazer ver qual 0 melhor caminho.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Regresso (parte dois)
Comecei a trabalhar há três dias e ainda não consegui sair à hora a que me propus: 18horas. Entro naquela redacção às nove da manhã e gostaria de conseguir chegar a casa a tempo de dar jantar ao pinguinho. Acho que não é pedir muito se pensarmos que estou com horário reduzido...
sábado, 10 de janeiro de 2009
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Regresso (parte um)
Confesso que, ontem, antes de entrar na redacção estava a pensar se seria capaz de fazer coisas simples como ligar o computador, lembrar-me das passwords, de como se entra no "Millenium" etc. E tentei fazer o exercício mental de como essas coisas se faziam. PÂNICO!!! Não me lembrava. Pensei para comigo: "Se não sabes fazer estas coisas básicas, como vais ter noção do que é notícia, de como se escreve um texto para um jornal ou de como se contactam e arranjam fontes?! Estás feita!". Engano meu. Mal me sentei em frente ao meu computador, saiu-me tudo automáticamente. E se no início tudo me pareceu estranho. - Sim, porque nos últimos meses às nove da manhã estava a deitar novamente o meu Pingo depois da primeira refeição da manhã e a preparar-me para fazer coisas em casa, ir ver as notícias e a planear o que iria fazer com a minha menina. - Passado pouco tempo tudo aquilo me era profundamente familiar e parecia que eu nem tinha saído dali nos últimos seis meses. O que será que isto quer dizer?
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Revisão dos seis meses
Hoje foi dia de ir à dra. pediatra. O Pingo está optimo. Em peso está no percentíl 5o (com 7,360 quilos) e na estatura passou para o orgulhoso percentíl 75 (com 67 centímetros). Perguntam vocês como é que isso é possível se os papás são para o baixo? Pois, não vos sei responder. Deve ser a natureza a actuar :)
Especificações técnicas à parte, o Pingo vai entrar numa nova etapa. A sopa e a fruta deixam de ser comidas apenas ao almoço para fazer parte do jantar. Quanto à sobremesa, vai deixar de ser cozida para passar a ser crua (passada na mesma, é claro) e vamos introduzir uns novos alimentos: papaia, uva, pêssego e melão. Agora, a princesa bebe só leitinho de manhã, ao pequeno-almoço, e ao deitar.
Mais uma vez, a L. lançou charme no consultório. Riu-se para todos. Mas para a dra. pediatra não se ficou só por aí. Mal ficou nua para ser observada e começou a ser apalpada desatou a rir à gargalhada. A médica mal lhe podia tocar que começava a rir desalmadamente. É que o Pingo tem muitas cócegas. Aliás, cá em casa é muito fácil pô-la a rir. A quem é que ela deve sair assim? Alguma pista? (O papá que não nos oiça)
Especificações técnicas à parte, o Pingo vai entrar numa nova etapa. A sopa e a fruta deixam de ser comidas apenas ao almoço para fazer parte do jantar. Quanto à sobremesa, vai deixar de ser cozida para passar a ser crua (passada na mesma, é claro) e vamos introduzir uns novos alimentos: papaia, uva, pêssego e melão. Agora, a princesa bebe só leitinho de manhã, ao pequeno-almoço, e ao deitar.
Mais uma vez, a L. lançou charme no consultório. Riu-se para todos. Mas para a dra. pediatra não se ficou só por aí. Mal ficou nua para ser observada e começou a ser apalpada desatou a rir à gargalhada. A médica mal lhe podia tocar que começava a rir desalmadamente. É que o Pingo tem muitas cócegas. Aliás, cá em casa é muito fácil pô-la a rir. A quem é que ela deve sair assim? Alguma pista? (O papá que não nos oiça)
Foi tão bom e vai continuar a ser...

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Temos gente!
Imaginem um piolho com seis meses sentado na sua esperguiçadeira de perna traçada e mão direita apoiada no correspondente joelho direito. A selecta postura do Pingo era nada mais nada menos para ver o que passava na televisão. E, perguntam vocês em coro: "O QUE ESTAVA A DAR?". Eu respondo: "A entrevista do primeiro-ministro à SIC". E não é que a miúda estava muito sossegada a ouvir atentamente?! O que acham que isto pode significar? Acham que devo ficar preocupada?!
sábado, 3 de janeiro de 2009
Estamo feitos...
O Pingo tem uma nova distracção. Adora ver o filme dela que o papá fez agora pelo natal. Fica sossegada e muito atenta e até se ri para algumas cenas. O pior é que quando acaba começa a pedir mais. Lá pomos nós o filme - que já nem podemos nem ver - no "repeat" do DVD e ela, se puder, passa a vida nisto.
Um tempo só nosso

Pois é Pingo, a mamã está quase a ir trabalhar. Os seis meses passaram num instante. Quando me diziam para aproveitar porque a licença passava num ápice, não acreditava. Julgava que estavam a exagerar. Hoje assino por baixo. Passou a correr e espero ter aproveitado ao máximo cada instante com a minha princesa. São momentos únicos que passamos com eles e gostava de os esticar e de os colar na minha memória para sempre. Afinal, é um tempo só nosso... Mas como diz alguém que ilumina muitas vezes o meu caminho, este é apenas mais um passo para ajudar a L. a crescer, "ou queres que ela volte outra vez para dentro da tua barriga?!". No lado da cabeça, a razão diz-me que isso é ajudar a crescer e educar. No lado do coração, fico com um aperto que me fazem saltar as lágrimas e me dá saudades de quando ela estava cá dentro, sempre comigo. Enfim, no próximo dia 8 de Janeiro lá irei para a redacção trabalhar a "correr" para ir ter com o meu Pingo. Será que vou conseguir?
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